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Marcelo Maia

Eu Acredito na Família
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Dia oito de março comemoramos o dia internacional da mulher. Comemoramos o dia daquela que foi escolhida por Deus para ser a nossa “ajuda adequada” (cf. Gn 2, 18). Ela é a nossa ajuda adequada para nos levar a santidade e nos levar para o Céu.

Esta é a grande função da mulher e não é uma função fácil de se cumprir, pois nós homens somos muito difíceis. Somos cabeça dura, somos extremamente racionais e diretos, na maioria dos casos acostumados a lidar com coisas e desajeitados para lidar com pessoas e sentimentos, muitas vezes somos frios e às vezes até calculistas, temos dificuldade de enxergar o espiritual e o oculto que não está diante dos nossos olhos, somos muito diretos e às vezes grossos e impacientes por causa disso.

Não é atoa que Deus ao criar às mulheres as fez de forma contrária a todos esses nossos defeitos para que nós aprendamos com elas. Inclusive a tradução literal da passagem bíblica de gêneses não é a “ajuda adequada”, mas a ajuda contaria. Deus nos fez, homem e mulher, de formas opostas e contrarias de tal forma que um possa aprender com o outro a viver melhor e a ser melhor e assim nos parecer mais com Deus.

Com tudo isso quero celebrar o dia internacional da mulher louvando e agradecendo a Deus por essa “invenção maravilhosa” de Deus que é a mulher. Delicada, detalhista, humana, preocupada, amorosa, carinhosa, atenciosa, dedicada, extremamente sensível, com uma forte tendência a ter fé, com uma forte tendência a valores espirituais, enfim com todas as características necessárias para sendo o contrário de nós homens nos completar e nos fazer melhores.

Deus abençoe as mulheres!

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

PS: Este artigo é uma homenagem a minha esposa Giselle Maia, que “consome a sua vida” para que eu seja um homem melhor.

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Mulher, uma ajuda adequada para o homem

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PNDH - Plano Nacional dos Direitos HumanosA palavra de Deus nos diz que no fim dos tempos seremos perseguidos, proibidos de ser cristão e privados da palavra de Deus. Essas coisas estão começando a se tornar realidade no Brasil grassas a esse governo Anticristão PTista que alem de apoiar o aborto, o casamento homossexual, e outras desgraças para a nossa sociedade, quer colocar em pratica o PNDH – Programa Nacional de Direitos Humanos.

O PNDH é claramente uma ferramenta do Demônio para retirar de nós o Direito de ser mos Cristãos.

Saiba mais sobre isso ouvindo esta pregação do Padre Paulo Ricardo:

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Ou vendo o vídeo desta mesma pregação:

Parte 1/3:

Parte 2/3:

Parte 3/3:

Vamos nos organizar contra a aprovação de mais esse absurdo deste governo do Anticristo.

Deus abençoe nossas famílias

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

Obs.: Estes vídeos foram postados no Blog Moda e Modéstia

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O fundador da Seicho-No-Iê foi Masaharu Taniguchi, um japonês que iniciou o seu trabalho em 1930 com a publicação da revista Seicho-No-Iê, nome que significa “A Casa da Plenitude”, isto é, a casa onde se encontra a vida, amor, sabedoria, abundância e todos os demais bens em grau infinito. Em 1940, o movimento foi registrado como religião perante o governo japonês; tem seu culto e algo como a sua bíblia, que é chamada de “Seimei no Jisso” e sua mensagem doutrinária. É a mais eclética de todas a religiões. Mistura o budismo com cristianismo e crenças do Oriente, etc.

Os pontos principais da sua crença são:

- A matéria não tem existência real. Só existe a realidade espiritual. Para Taniguchi, tudo o que acontece no mundo material é mero reflexo da mente. Ora, isto é fantasia; o mundo é real, a matéria é real e pode ser submetida a experiências físicas e químicas.

- O mal não existe, é pura ilusão e produto da mente humana; portanto, a doença não existe, de forma que para quem cultiva o pensamento positivo todas as doenças desaparecem, e a felicidade é possível.

Ora, isto é outra fantasia. É claro que é importante o pensamento positivo, mas não se pode exagerar e achar que ele resolve todos os problemas e doenças. Se fosse assim, os hospitais estariam vazios e os médicos e psiquiatras não teriam tantos problemas.

- O pecado também não existe; é irreal, é pura ilusão. Taniguchi acha que um dos maiores males do homem é o fato de este se considerar pecador.

É aqui que esta “religião” bate de frente com o Cristianismo, já que Cristo veio para “tirar o pecado do mundo” (Jo 1, 29). Portanto, se o pecado não existe, para que Jesus Cristo? Desprezando-se o pecado, despreza-se Jesus Cristo, despreza-se o Cristianismo.

O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda a gravidade do pecado:

“Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado, e nada tem conseqüências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro” (CIC § 1488). São palavras fortíssimas que mostram que não há nada pior do que o pecado.

O parágrado 386 desta mesma obra diz: “O pecado está presente na história do homem: seria inútil tentar ignorá-lo ou dar a esta realidade obscura outros nomes. Para tentarmos compreender o que é o pecado, é preciso antes de tudo reconhecer a ligação profunda do homem com Deus, pois fora desta relação o mal do pecado não é desmascarado em sua verdadeira identidade de recusa e de oposição a Deus, embora continue a pesar sobre a vida do homem e sobre a história”.

São Paulo, numa frase lapidar, explica toda a hediondez do pecado e razão de todos os sofrimentos deste mundo: “O salário do pecado é a morte” (Rom 6,23).

Tudo o que há de mau na história do homem e do mundo é conseqüência do pecado, que começou com Adão. “Por meio de um só homem o pecado entrou no mundo e, pelo pecado, a morte, e assim a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rom 5,12).

O Catecismo diz com toda a clareza: “A morte é conseqüência do pecado. Intérprete autêntico das Sagradas Escrituras e da Tradição, o Magistério da Igreja ensina que a morte entrou no mundo por causa do pecado do homem” (CIC §1008).

O Catecismo também ensina que: “A morte corporal, à qual o homem teria sido subtraído se não tivesse pecado (GS,18), é assim o último inimigo do homem a ser vencido” (1Cor 15, 26).

Santo Agostinho dizia que: “O homem se faz réu do pecado no mesmo momento em que se decide a cometê-lo”. Sintetizava tudo afirmando que “pecar é destruir o próprio ser e caminhar para o nada”. E revela, em muitas coisas, algo sobre si mesmo nas “Confissões”: “Eu pecava, porque em vez de procurar em Deus os prazeres, as grandezas e as verdades, procurava-os nas suas criaturas: em mim e nos outros. Por isso precipitava-me na dor, na confusão e no erro”.

Toda a razão de ser da Encarnação do Verbo foi para destruir, na sua carne, a escravidão do pecado.

“Como imperou o pecado na morte, assim também imperou a graça por meio da justiça, para a vida eterna, através de Jesus Cristo, nosso Senhor”. (Rom 5,21)

O demônio escraviza a humanidade com a corrente do pecado. Jesus veio exatamente para quebrar essa corrente. São João deixa bem claro na sua carta: “Sabeis que Ele se manifestou para tirar os pecados” (1Jo 3,5). “Para isto é que o Filho de Deus se manifestou, para destruir as obras do diabo” (1 Jo 3,8). Essa “obra do diabo” é exatamente o pecado, que nos separa da intimidade e da comunhão com Deus e nos rouba a vida bem-aventurada.

Jesus, significa, em hebraico, “Deus salva”. Salva dos pecados e da morte. Na Anunciação, o Anjo disse a Maria: “(…) lhe porás o nome de Jesus” (Lc 1, 31). A José, o mesmo Anjo revela: “Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque Ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1, 21).

A salvação se dá pelo perdão dos pecados; e já que “só Deus pode perdoar os pecados” (Mc 2, 7), Ele enviou o Filho d’Ele para salvar o seu povo dos seus pecados.

“Foi Ele que nos amou e enviou-nos seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados” (1Jo 4,10). “Este apareceu para tirar os pecados” (1Jo 3,5).

O Catecismo da Igreja Católica lembra que “foram os pecadores como tais os autores e como que os instrumentos de todos os sofrimentos por que passou o divino Redentor” (CIC § 598).

Jesus é o Servo de Javé sofredor, que se deixa levar silencioso ao matadouro como se fosse uma ovelha muda (cf. Is 53,7; Jr 11,19), e carrega os pecados das multidões (cf. Is 53, 12) e toda sua vida se resumiu em “servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10,45). “Isto é o meu sangue, o sangue da Aliança, que é derramado por muitos para a remissão dos pecados” (Mt 26,28).

A primeira coisa que Jesus fez, no dia da sua Ressurreição, foi enviar os Apóstolos para perdoar os pecados. “Como o Pai me enviou, eu vos envio a vós… Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados; àqueles a quem os retiverdes ser-lhes-ão retidos” (Jo 20, 22-23).

Isto mostra que a grande missão de Jesus era, de fato, “tirar o pecado do mundo”, e Ele não teve dúvida de chegar até a morte trágica para isso. Agora, vivo e ressuscitado, vencedor do pecado e da morte, por meio do ministério da Igreja, dá o perdão a todos os homens.

Logo, a Seicho-No-Iê não se coaduna de forma alguma com a fé cristã e a nega naquilo que é mais essencial: a Redenção do mundo pela Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, não pode ser seguida por nenhum católico, mesmo que aparentemente tenha muitas coisas boas e bonitas.

Muitos católicos – que não conhecem bem a doutrina católica – às vezes são iludidos com a Seicho-No-Iê por conta de suas frases e pensamentos bonitos, quando, na verdade, esta doutrina desta nega radicalmente o Cristianismo.

Fonte: Prof. Felipe Aquino

Deus abençoe nossas famílias

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

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QUARTA-FEIRA DE CINZAS

o que é quarta-feira de cinzas?

É um princípio da Quaresma; um dia especialmente penitencial, em que manifestamos nosso desejo pessoal de CONVERSÃO a Deus. Quando vamos aos templos em que nos impõem as cinzas, expressamos com humildade e sinceridade de coração, que desejamos nos converter e crer de verdade no Evangelho.

Quando teve origem a prática das cinzas?

Quarta Feira de CinzasA origem da imposição da cinza pertence a estrutura da penitência canônica. Começou a ser obrigatória para toda a comunidade cristã a partir do século X. A liturgia atual conserva os elementos tradicionais: imposição da cinza e jejum rigoroso.

Quando se abençoa e se impõem a cinza?

A benção e a imposição da cinza tem lugar dentro da Missa, após a homilia; embora em circunstâncias especiais, se pode fazer dentro de uma celebração da Palavra. As formas de imposição da cinza se inspiram na Escritura: Gn, 3, 19 e Mc 1, 15.

De onde provem a cinza?

A cinza procede dos ramos abençoados no Domingo de Ramos, do ano anterior, seguindo um costume que se remonta ao século XII. A forma de benção faz relação a condição pecadora de quem a recebeu.

Qual é o simbolismo da cinza?

O simbolismo da cinza é o seguinte:

1. Condição fraca do homem, que caminha para a morte;
2. Situação pecadora do homem;
3. Oração e súplica ardente para que o Senhor os ajude; Ressurreição, já que o homem está destinado a participar no triunfo de Cristo;

Desejo que todos nós possamos viver intensamente este momento forte da igreja com profunda reflexão e muita oração.

Deus abençõe nossas família

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

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Alguns autores explicam o nome CARNAVAL a partir dos termos do latim tardio “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; assim, alguns pensam que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. – Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne: o Papa São Gregório Magno teria dado ao último domingo antes da Quaresma, ou seja, ao domingo da Qüinquagésima, o título de “dominica ad carnes levandas”; a expressão haveria sido sucessivamente, carneval ou carnaval”. – Um terceiro grupo de etimologistas acredita sas origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se fazer um desfile em forma de nave dedicada ao deus Dionísio ou Baco, préstito ao qual em latim se dava o nome de currus navalis: donde a forma Carnavale. Como se vê, não é muito clara a procedência do nome.

No séc. VI antes de Cristo, na Grécia, haviam as pinturas de certos vasos gregos que apresentam figuras mascaradas a desfilar em procissão ao som de música as pompas do culto do deus Dionísio, com suas fantasias e alegorias, são certamente anteriores à era cristã. Também havia na Grécia festividades pela entrada de novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera e a conseqüente despedida do inverno. Essa religiosidade pagã e mitológica inspirara essas celebrações; em geral os povos não-cristãos desejavam com seus ritos exóticos expiar as faltas cometidas no inverno ou no ano anterior e pedir aos “seres superiores” a fecundidade da terra e a prosperidade para a primavera e o novo ano. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram com rituais exuberantes, para o fomento das festividades carnavalescas. Eram as chamadas “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”, que foram proibidas pelo Senado Romano, no séc. II a.C. por causa das graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.

Quando o Cristianismo se difundiu, já encontrou essas orgias e festa extravagantes, vindas dos pagãos. Jamais a Igreja inventou ou incentivou o Carnaval; o que as autoridades da Igreja conseguiram foi restringir a celebração oficial do Carnaval aos três dias que precedem a quarta-feira de cinzas; mas jamais a Igreja o reconheceu como algo recomendável. Está claro que o Carnaval é contrário às intenções da Igreja, por causa dos seus desmandos. Ao invés disso a Igreja sempre propôs um tempo de adoração: as “Quarenta Horas” e as práticas de Retiros Espirituais nos dias anteriores à quarta-feira de cinzas.

Fonte: Prof. Felipe Aquino

Deus Abençoe nossas Famílias

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

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O barulho não ofende a Deus, mas o pecado sim. Os jovens gostam muito de música, mas não é qualquer música que faz bem à sua alma. A beleza da música está na letra e na melodia. É uma arte; e assim deve ser apreciada. A música não deve ser instrumento para expressar as próprias frustrações ou irreverências, senão ela perde a sua beleza. Portanto, rejeite a música suja e baixa; não a cante. Os jovens gostam de música barulhenta; tudo bem, mas ela não deve ser sensual, imoral, pornográfica, com requebrados eróticos, etc. O barulho não ofende a Deus, mas o pecado sim.

Saiba que qualquer som que ultrapasse a intensidade de 120 decibéis de intensidade é prejudicial à saúde e pode levá-lo a perder a audição, ou ainda pode causar zumbido nos ouvidos, e outras complicações auditivas. Muitos salões de músicas jovens chegam aos 120 decibéis. Cuidado, a poluição sonora mata células nervosas do cérebro responsáveis pela audição, e essas células não se reproduzem.

Sabemos que hoje muitas músicas estão repletas de palavrões, baixarias, até ofensas a Deus. Outras, como alguns rocks pesados, estão repletas de violência, pornografia, exaltação ao demônio, instigação ao sexo, etc. Tudo isso precisa ser evitado e renunciado com o propósito de não aderir a essas músicas e shows. Esses shows e festivais de rock pesado, ou outros ritmos, são, às vezes, ocasiões de consumo de drogas e liberação dos mais baixos instintos sexuais e de violência, também de práticas demoníacas, bruxaria e coisas semelhantes.

Muitos roqueiros terminaram de maneira triste as suas vidas ainda na juventude. Veja alguns casos:

- Janis Joplin. “Rainha da música rock” morreu de overdose de heroína.
- Jimi Hendrix, morreu sufocado com seu vômito após embriagar-se e tomar sedativos
- Elvis Presley, conhecidíssimo, morreu devido ao consumo de drogas.
- Bom Scott, AC/DC, autor de “rodovia para o inferno”, morreu asfixiado pelo seu vômito após passar a noite tomando bebidas alcoólicas.

É o caso de perguntar: Você escolheu um desses para ser o seu mestre? Ou como dizem os jovens, para ser o seu ídolo?É esse o caminho de morte que você quer para a sua vida? É sabido que alguns cantores de Rock pesado e seus adeptos praticam o satanismo. Os nomes dos conjuntos mostram isso:

- “Black Sabbath” (Missa Negra); os membros gostam de chamar-se de “adoradores do diabo do rock”.
- Kiss – “Knights In Satan Service” (Cavaleiros a Serviço de Satanás).
- O conjunto Black Sabbath, da Inglaterra, fez um pacto com Satanás durante um “batismo” demoníaco.

É preciso que você saiba que, muitas vezes, os jovens cantam essas músicas sem saber que estão louvando a Satanás.

A Musica pode nos remeter ao Céu ou ao Inferno. Qual é a sua opção?

Deixe o seu comentário sobre a sua opção e dando outros exemplos de músicas satanicas embrulhadas com papel de presente bonito pelo Demónio para nos enganar.

Deus abençoe nossas famílias

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

Artigo baseado no livro Educar do Professor Felipe Aquino

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Dia 19 de janeiro de 2010, fiz a pregação do nosso Grupo de Oração Acreditando na Família, na Comunidade Família de Nazaré.

Meditei um pouco sobre a impossibilidade de sermos salvos através da Lei e de méritos nossos  afinal São Paulo nos lembra:

10. Não há nenhum justo, não há sequer um.   11. Não há um só que tenha inteligência, um só que busque a Deus.   12. Extraviaram-se todos e todos se perverteram. Não há quem faça o bem, não há sequer um  - Rm 3, 10-12 (Sl 13,lss)

A solução é, portanto Reconhecer-se pecador e confiar na misericórdia de Deus

“Assim como pela desobediência de um só homem foram todos constituídos pecadores, assim pela obediência de um só todos se tornarão justos.”  (Rm 5, 19 )

4. Mas Deus, que é rico em misericórdia, impulsionado pelo grande amor com que nos amou,   5. quando estávamos mortos em conseqüência de nossos pecados, deu-nos a vida juntamente com Cristo – é por graça que fostes salvos! -,   6. juntamente com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos céus, com Cristo Jesus.   7. Ele demonstrou assim pelos séculos futuros a imensidão das riquezas de sua graça, pela bondade que tem para conosco, em Jesus Cristo.   8. Porque é gratuitamente que fostes salvos mediante a fé. Isto não provém de vossos méritos, mas é puro dom de Deus.   9. Não provém das obras, para que ninguém se glorie.  (Ef 2, 4-9)

Ouça essa pregação na integra clicando abaixo:

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Deus abençoe nossas famílias

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

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Algumas pessoas acreditam em um Deus carrasco e sem piedade que vai condenar a todos, mas nos sabemos que a definição de Deus que a Bíblia nos dá é “Deus é amor”.

Mas ai surge uma outra dúvida Se Deus é amor então como pode existir o Inferno? Seria o Inferno incompatível com o amor de Deus?

Não é incompatível porque Deus nos dá o poder de escolher, poder este essencial para a habilidade de amar. Escolher Deus implica em Céu; rejeitar a Deus implica em Inferno. Por quê? Porque Deus é a fonte de toda bondade, vida e felicidade. Se você se afasta Dele, estará se afastando destas coisas também.

Que espécie de Céu seria esse se Deus forçasse aqueles que não O amam a passar toda a eternidade com Ele? Isto seria amor? Para os que O rejeitaram isto seria menos tormentoso do que o Inferno?

Se você crê em um Deus de amor que permite que o mal exista no mundo, você não poderá também negar que Deus permite o Inferno. Se Deus permite que nesta vida aconteçam coisas ruins com pessoas boas, por que Ele não deveria permitir que coisas ruins acontecessem a pessoas ruins na próxima vida, especialmente se foram elas mesmas que escolheram isso para si?

Decidindo a favor ou contra Deus nesta vida estaremos determinando como nossas histórias terminarão, o que finalmente iremos ser. Não é algo que Deus nos impõe; a escolha é nossa. Como C.S.Lewis observou, as portas do Inferno estão trancadas pelo lado de dentro.

Deus abençoe nossas Famílias

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

Baseado em um texto de This Rock Magazine – Junho/1990.

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Deus Pai quando pensou a humanidade Ele pensou nela vivendo como família. Desde os tempos de Adão e Eva ele os disse:

“Deus os abençoou: Crescei, disse Ele, e multiplicai-vos, enchei a Terra e submetei-a.” (Gn 1, 28)

Outro sinal da importância da família para Deus é que Ele enviou seu filho Jesus Cristo ao mundo dentro de uma santa família, a Sagrada Família. Ele poderia ter descido dos Céus, podia ter simplesmente surgido do nada, mas Deus quis dar a Jesus uma Família aqui na Terra.

Mais um sinal foi o primeiro milagre de Jesus, em um casamento nas Bodas de Caná, mostrando a todos a importância do casamento e da família.

A família foi inventada por Deus como um caminho de santificação e conseqüentemente um caminho de salvação.

Todos os dias agradeço a Deus pela linda família que Deus me deu. Mas também não podia ser diferente, pois….

 

…DEUS ME DEU UMA FAMÍLIA INCRIVEL

Os Incríveis

 

Deus abençoe nossas famílias

Marcelo Maia
Comunidade Família de Nazaré

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superticaoSuperstição vem do latim “supertitio”, que significa “o excesso” ou também “o que resta e sobrevive de épocas passadas”. Designa “o que é alheio à atualidade, o que é velho”.

A expressão mais comum da superstição entre nós consiste em querer justificar certos fenômenos – explicáveis pelas leis da natureza – através de causas misteriosas; introduz-se assim o “pseudo-sobrenatural” ou o “pseudodivino” em objetos e acontecimentos naturais. E note bem: a superstição não prova as suas teses, mas supõe por parte dos adeptos piedosa credulidade. O homem supersticioso não se indaga sobre a existência ou não de uma relação de causa e efeito entre tal agente e tal fenômeno; ao contrario, ele a aceita como fato indiscutível.

O homem, um ser dotado de inteligência, não foi feito para aceitar às cegas tudo o que lhe é dito; nem mesmo a prática religiosa pode deixar de ter uma base racional. A autêntica religião implica sempre no desenvolvimento da personalidade humana; para isso deve ser levada em conta, necessariamente, a capacidade de percepção do homem piedoso.

Veja como nascem as superstições:

“O trevo de quatro folhas é portador de felicidade”. Por quê? Pelo fato de raramente ser encontrado, assim como a felicidade… A analogia que é feita não implica, no entanto, em um nexo mais profundo.

“É sinal de bom agouro a ferradura do cavalo”. Isso porque outrora, em Roma, as ferraduras dos animais eram de ouro e prata – por conseguinte, encontrá-las equivalia, realmente, a encontrar um pequeno tesouro.

Resta observar que muito embora as superstições sejam algo de errôneo aos olhos da razão e da fé, elas ao menos atestam o senso religioso inato em todo homem que deve ser trabalhado pela verdadeira fé.

Artigo extraído do livro “Falsas doutrinas” de Prof. Felipe Aquino

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Marcelo Maia
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